O Parlatório dos Viventes

Por: Bartolomeu Barboza

À Luiz Fernando Sarmento

É manha na Praça Brasil, uma ampla Praça ao Sul do bairro. Com seu peculiar pagode Tailandês ao centro, de jardins floridos, arvores verdejantes, lago com carpas, enfim uma Praça agradável de se ficar.

Por trás da guirlanda de flores existe um parquinho, para que os pequenos brinquem e peguem sol. Mais o que tem essa Praça de diferente, é o “Parlatório dos Viventes”, um espaço dedicado ao dialogo mutuo, de troca de experiencia de vida.

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Final de filme

Por: Bartolomeu Barboza

Estando eu sem tempo pra nada além do trabalho free-lance que apareceu der-repente, sabe como é um artista pobre tem que pegar o que aparece, e levantar uns trocados.

Domingo, segunda, terça, quarta e quinta feira, dias e noite ocupado com trabalho, este de hoje é um evento de música. Tento na falta de tempo pensar um bom enredo, em pleno ônibus, tanto na ida como na volta, penso em uma boa história de meu bairro. Até que nesta manha primeiro de maio, uma terça feira, feriadão, começo rabiscar pensamentos a respeito da paisagem que vejo da janela do coletivo, que saindo de Bangu às sete e cinquenta da manhã seguindo para à Lapa, vou trabalhar na montagem do palco para o show do Casuarina, e a inauguração da nova Praça da Lapa, aquela do bondinho.

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A DISNEY E CASCUDO

Por: Bartolomeu Barboza

Caramba já é Quinta Feira, estou preocupado, pois o tempo está acabando.

– Éh! Ampulheta vazando areia, um marujo em embarcação a deriva.

Sexta, não tem mais para onde correr, teclo alguma coisa, o tema é o dinheiro da passagem etc., mais a passagem para a literatura é o texto, e o texto não sai, em plena viagem descubro que não tenho o meu Rio Card literário, criatividade.

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