Clementina doce menina

Por: Maria Inez

Antonieta era seu nome não tinha codinome

Uma senhora robusta de paciência curta

De servir não gostava com ninguém conversava

De semblante fechado vivia não importava se era noite ou dia

Há anos a calçada varria, sujeira não admitia

Aos berros com todos brigava

Não escolhia com quem gritava

Mal humorada,susssurrava a garotada

Moleques sem educação esbanjava ela com seu vozeirão

Somente um encontro com uma doce ,menina

Chamada Clementina

Para acalmar o ânimo dessa senhora felina

A caminho do colégio doce menina Clementina caiu

Para surpresa da menina Dona Antonieta a acudiu

O joelho ralado por Dona Antonieta foi tratado

Sorriso num rosto fechado ninguém havia notado

Clementina doce menina com seu choro sentido

Derreteu o coração introvertido

Entre cuidados e conversas as descobertas

Somos parentes e gostamos de café quente

Doce menina Clementina de olhar carente

Descobriu em Antonieta uma senhora benevolente

Ficaram amigas ,dali em diante não houve mais brigas.

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